As servidoras da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (Sema) participaram, nesta sexta-feira (12), de uma roda de conversa sobre violência contra a mulher no ambiente familiar. Na oportunidade, as funcionárias públicas puderam esclarecer suas dúvidas sobre como denunciar os casos de agressão, conheceram também a rede de proteção mantida pela Prefeitura de Teresina, que oferta serviços gratuitos a estas mulheres em situação de violência.
Segundo a servidora Emília Maria Borges Silva Costa, o encontro foi esclarecedor e a deixou motivada a informar também outras pessoas, inclusive amigos e familiares, sobre a importância dessa rede de proteção, disponibilizada pela Prefeitura, às mulheres que passam por essa situação de violência doméstica.
Já a representante da Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (CMPM), Lidiane Oliveira, apresentou para as servidoras o recém-inaugurado Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia. De acordo com ela, o principal objetivo dessa iniciativa é orientar a mulher que sofre de violência doméstica sobre os procedimentos necessários que devem ser realizados no caso de agressão, bem como o seu acolhimento psicossocial.
O encontro também contou com a participação da assessora jurídica do Centro Esperança Garcia, Themis Ramos, que explicou o procedimento de atendimento: “Toda mulher que se sentir violentada pode nos procurar para pedir ajuda. Inicialmente, elas são atendidas por assistentes sociais e também recebem o atendimento psicológico individualizado, que contribui para a melhora da condição emocional da mulher, que chega muito fragilizada”. O endereço para quem desejar orientações é Rua São Pedro, 1775, Centro, no horário de 8h às 18h. O telefone para contato é: 3233-3798.
De acordo com a assistente social Nildene Lages, do Núcleo de Desenvolvimento de Recursos Humanos da Sema (Nuderh), a ideia do encontro surgiu de uma demanda interna da Prefeitura. “Nós já recebemos demandas de servidoras que foram agredidas e não sabiam onde denunciar, nem a quem pedir proteção. Por isso, este encontro se fez importante, principalmente devido ao seu caráter preventivo”, explica.




