Servidores conversam sobre saúde do homem e Campanha do Laço Branco

Os servidores da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (Sema) se reuniram, na manhã desta sexta-feira (28), para conversar sobre saúde do homem e combate à violência contra a mulher. Na oportunidade, foram distribuídas camisetas, laços e adesivos da Campanha do Laço Branco, que sensibiliza os homens pelo fim da violência contra a mulher.

“Queremos convidar os homens para serem multiplicadores desse ideário, pois o homem não nasce agressor, esta é uma reprodução cultural”, ponderou Joana Darc Lima, assistente social da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres.

Já o enfermeiro Mariano Neto, da Gerência de Ações Estratégicas da FMS, chamou atenção dos servidores para a importância do cuidado frequente com a saúde. “A maioria dos homens só procura o sistema de saúde quando a doença já está instalada e evoluindo de maneira insatisfatória, com chances reduzidas de cura”, destaca.

Mariano explicou também que as ações de conscientização focam nos homens de 20 a 59 anos, pois são os que se expõem mais à violência, ao uso de bebidas e outras drogas. “A Prefeitura disponibiliza de uma vasta rede de unidades básicas de saúde e hospitais de alta complexidade para ajudar a prevenir e tratar essas doenças. É preciso que os homens se conscientizem dessa importância e que as mulheres também ajudem a mudar esse hábito mais resistente dos homens”, pondera.

O encontro foi promovido pelo Núcleo de Desenvolvimento e Recursos Humanos da Sema, em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres e Fundação Municipal de Saúde.

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Nuderh convida servidores para roda de conversa sobre a Campanha do Laço Branco

O Núcleo de Desenvolvimento e Recursos Humanos da Sema (Nuderh) convida os servidores para uma roda de conversa sobre a Campanha do Laço Branco. O encontro está marcado para esta sexta-feira (28), às 9h, no auditório da Secretaria.

A Campanha do Laço Branco foi criada após o “Massacre de Montreal”, ocorrido em 6 de dezembro de 1989 no Canadá. Naquela data, um homem de 25 anos, identificado como Marc Lepine, entrou armado na Escola Politécnica de Montreal, no Canadá. Em uma sala de aula, ele ordenou que os homens (aproximadamente 50) se retirassem. Assassinou 14 mulheres e depois saiu atirando pelos corredores e outras dependências da escola, gritando “Eu odeio as feministas”.

Desta forma, ele matou 14 estudantes, todas mulheres. Feriu ainda 14 pessoas, das quais 10 eram mulheres. Depois suicidou-se. Com ele, foi encontrada uma carta que continha uma lista com nomes de 19 feministas canadenses que ele também desejava matar e na qual ele explicitava a motivação de suas ações, em suas palavras: “mandar de volta ao Pai as feministas que arruinaram a sua vida”.

Assim, após o massacre, um grupo de homens canadenses decidiu organizar-se para dizer que existem homens que cometem violência contra a mulher, mas existem também aqueles que repudiam essa violência. Eles elegeram o laço branco como símbolo e adotaram como lema: jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência.

Violência contra a mulher é tema de conversa com servidores

Os servidores da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (Sema) participaram, na manhã desta terça-feira (25), de uma roda de conversa sobre a Campanha do Laço Branco, que tem por objetivo sensibilizar os homens para por fim à violência contra a mulher.

A assistente social da Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (CMPM), Valéria Miranda, liderou o debate que está a cada dia mais incidente na sociedade. “A violência contra a mulher é uma questão cultural e não natural. Então, se a gente não alimentar essa violência, que é reforçada dia após dia com certas práticas culturais, ela morre. E nós temos que trazer os homens para esse entendimento”, disse.

Durante a conversa, os servidores relataram casos de violência vivenciados em suas próprias famílias. José Ribamar, por exemplo, lembrou de um fato que lhe marcou. “Em uma viagem que fizemos ao litoral, vieram me falar que meu genro tinha empurrado minha filha. Fui atrás dele e conversei firme, porque eu nunca bati na minha filha e não seria ele que iria fazer qualquer coisa contra ela, porque eu não aceito. Depois dessa conversa, tudo se resolveu”, contou.

Os servidores que participaram do encontro receberam um kit contendo uma camisa da campanha, um laço branco para colocar no braço e um cordel sobre a Lei Maria da Penha. A assistente social do  Núcleo de Desenvolvimento e Recursos Humanos da Sema (Nuderh), Nildene Lages, pontuou ainda a importância de trazer debates como este para o ambiente de trabalho. “Os índices de violência contra a mulher estão crescendo a cada dia e nós acreditamos que levando informação e conscientizando os homens podemos reduzir estas estatísticas que tanto preocupam”, ponderou.

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Sema divulga Campanha do Laço Branco entre servidores municipais

A Prefeitura de Teresina adere por mais um ano consecutivo à Campanha do Laço Branco e, no próximo dia 25 de agosto, os servidores da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (Sema) vão conhecer mais detalhes desta ação que visa acabar com a violência contra a mulher.

O encontro deve acontecer das 9h às 10h, na sede da Secretaria. Segundo a assistente social Nildene Lages, do Núcleo de Desenvolvimento e Recursos Humanos da Sema (Nuderh), esta divulgação se faz importante pelo caráter preventivo. “Os índices de violência contra a mulher estão crescendo a cada dia e nós acreditamos que levando informação e conscientizando os homens podemos reduzir estas estatísticas que tanto preocupam”, pondera.

A divulgação da Campanha do Laço Branco na Sema é uma parceria com a Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres. “Na ocasião, as assistentes sociais Valquíria Araújo e Joana Darc Lima, da Coordenadoria da Mulher, vão conversar com os nossos servidores para sensibilizá-los a aderirem à causa”, completa Nildene.

História

A Campanha do Laço Branco foi criada após o “Massacre de Montreal”, ocorrido em 6 de dezembro de 1989 no Canadá. Naquela data, um homem de 25 anos, identificado como Marc Lepine, entrou armado na Escola Politécnica de Montreal, no Canadá. Em uma sala de aula, ele ordenou que os homens (aproximadamente 50) se retirassem. Assassinou 14 mulheres e depois saiu atirando pelos corredores e outras dependências da escola, gritando “Eu odeio as feministas”.

Desta forma, ele matou 14 estudantes, todas mulheres. Feriu ainda 14 pessoas, das quais 10 eram mulheres. Depois suicidou-se. Com ele, foi encontrada uma carta que continha uma lista com nomes de 19 feministas canadenses que ele também desejava matar e na qual ele explicitava a motivação de suas ações, em suas palavras: “mandar de volta ao Pai as feministas que arruinaram a sua vida”.

Assim, após o massacre, um grupo de homens canadenses decidiu organizar-se para dizer que existem homens que cometem violência contra a mulher, mas existem também aqueles que repudiam essa violência. Eles elegeram o laço branco como símbolo e adotaram como lema: jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência.